terça-feira, 10 de março de 2009

Pensamentos em forma de carícias..


Quando as palavras faltam e o silêncio se faz sentir. Silêncio que surge como uma forma espontânea de interpretar o nosso genuíno instinto de olhar. Olhar cativante, que se perpetua, que respeita o espaço, que diz mais do que 1000 palavras. É um olhar que se foca nos olhos e vive o momento de conquistar. Minutos que passam e morrem com os nossos pensamentos. Vivemos a sensação de não ter nada que dizer… Simplesmente sentimos e a razão se dissocia. É uma espécie de jogo perfeito. O jogo de carícias mais limpo que alguma vez já joguei. Palpito, tacto e sensibilidade… deslize de linhas rectas e curvas como principal potenciador que cruzam o limite predefinido.
São as memorias para quando as saudades queiram apertar…

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