sexta-feira, 16 de julho de 2010

Religião...



Quando alguém conhecido me pergunta acerca das minhas crenças religiosas, costumo manifestar que sou católica não praticante; isto significa que não sinto qualquer adversão ou recusa por qualquer pessoa que seja de qualquer religião e procure seguir as doutrinas à regra, nem sequer posso ter uma atitude beligerante na minha mente quando falo com algum deles. Não ser praticante deve significar apenas isso… não praticar qualquer doutrina imposta que nos leve teoricamente à salvação eterna. Cada um pode e deve pensar, sentir e acreditar o que melhor quiser e além disso ser capaz de mudar de ideia se a razão e o sentimento o induzir a isso. O que mais vale para mim é a crença em si e isso ninguém o tira simplesmente porque não vá a missa todos os domingos.. Algumas vezes inspira-me desprezo e repulsão o fanatismo, a intolerância e sobretudo aqueles que tratam de impor a suas crenças/atitudes aos outros, quer seja de uma forma directa ou através de manipulação. Sou crente meus amigos, mas detesto esse fanatismo. Quando os dogmas se convertem em cadeias apenas temos uma coisa a fazer… acabar com eles! Quando as doutrinas são uma carga para seguir progredindo então só temos uma coisa a fazer… desfazer-se delas! Não há nenhuma crença que possa servir para o mundo inteiro por igual, a única crença que deveríamos seguir é a nossa e essa deve seguir três princípios básicos: o conhecimento, o amor e o discernimento. Acredito na divina presença de Deus na minha vida, mas não sou fiel fã das igrejas ponto final.  

2 comentários:

  1. Penso exactamente da mesma forma que tu. TEnho a minha fé pela qual me regulo, mas dispenso os fanatismos exarcebados, o constante bater no peito a dizer olhem para o meu exemplo, para depois cá fora serem os primeiros a praticar maldades. beijo

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  2. Exactamente.. já somos duas a pensar igual. beijinhos**

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