terça-feira, 31 de janeiro de 2012

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Mulheres de verdade...


Independentemente do que possam pensar, há mulheres que são mulheres de verdade... Muitos perguntarão, mas o que queres dizer com mulheres de verdade? Os tempos mudaram, a mulher de hoje jamais será igual a mulher de há uns séculos atrás, mas nem por isso as mulheres de hoje deixam de ter um valor estimável. Não posso dissociar a imagem de uma mulher ao sentido da vida. Porque uma mulher como tal, com todas as suas letras, tem algo de divino. Não quero com isto dizer que há mulheres perfeitas, esta muito longo de mim dizer algo parecido, porque todas têm os seus defeitos. Contudo, tenho certeza que há mulheres que são excepcionalmente estimáveis e são para mim mulheres de verdade. São mulheres que na sua vida se confrontaram inúmeras vezes com situações limites e conseguiram dar frente a todas e cada uma dessas situações, sem nunca perder a sua condição e graça feminina. Mulheres de verdade, são mulheres capazes de transformar um dia péssimo de trabalho por um belo sorriso; que se respeitam a si próprias, tanto como aos outros; que vibram por dentro sempre que estão ao pé da pessoa amada e que não se deixam levar por belas palavras; que não perdem as esperanças, incluso quando tudo parece estar perdido; que são mães, esposas, companheiras, anfitriãs, amas de casa, trabalhadoras e muitas vezes até fazem o papel de pai ausente. O maravilhoso de tudo é que são mulheres que não perdem de vista os seus sonhos e isso faz delas mulheres extraordinárias e cheias de luz própria. É impossível não admirar mulheres assim... porque são mulheres que sabem exactamente por onde vão e qual o caminho que querem seguir, porque entregam tudo sem esquecer o quão valiosas... para mim, estas sim são mulheres de verdade.  

Ilustrator #4 primeiros passos






segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Ilustrator #3 primeiros passos



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Não consigo ser diferente...


... sinceramente, não sou das pessoas que esta pendente da vida dos outros. Vivo a minha vidinha como melhor eu posso e incluso quando há um bicho de sete cabeças à minha frente, procuro simplificar, manter a calma, ver alternativas para resolver o assunto e não fico a espera de que ninguém me resolva seja o que for. Sou assim, ponto final. E muito honestamente não vejo mal nenhum em ser assim, por natureza, uma pessoa mexida - que luta até mais não poder alcançar os seus objectivos. Mas há dias em que deparamos-nos  com pessoas que não lidam muito bem com este espírito e até parece que não lhes agrada, mas isso é o que menos me interessa. O pior de tudo nem é mostrar desagrado com a nossa maneira de ser, mas sim começar a dar-nos conselhos como se fossem mestres ou doutores, julgando tal vez que vamos fazer tudo o que eles querem. Definitivamente, enganaram-se de pessoa, porque comigo não é assim como funcionam as coisas. Eu serei capaz de seguir conselhos, sim senhor... mas sempre que com alguma lógica subjacente ou sempre que meu instinto me diga que é esse o caminho a seguir. Porque gosto de olhar com clareza para tudo o que me acontece e sem precipitações decidir o melhor. Sou assim... 
Resumindo, depois de ouvir, falar e até discutir... fiquei por fora de tudo durante 3 minutos, sendo suficiente para olhar genuinamente a vida destas pessoas e perceber que existem indivíduos neste mundo que gostam de dirigir orquestras sem perceber nadinha de música...  


sábado, 28 de janeiro de 2012

Inspiração...


Ora, nem mais nem menos... falar de inspiração não é das coisas mais fáceis hoje em dia, principalmente porque há quem não acredite neste conceito. Para mim, a inspiração existe sim senhor, e de que maneira! Na minha vida procuro-a sempre, não posso viver sem inspiração. Tão simples como explicar que para mim, uma vida sem inspiração é uma vida vazia. É por isso que diariamente procuro aquele ar fresco, capaz de me oxigenar e transformar em algo de maravilhoso; aquele ar que me dá forças e me deixa cheia de vida para continuar a fazer o que quero e cada vez melhor. Porque estar inspirada é isso mesmo, é sentir que: "hoje estou particularmente inspirada..."; "... tenho que inspirar-me em alguma coisa para fazer isto ou aquilo..."; "... inspiras-me diariamente com a tua maneira de ser...". Nem mais, nem menos... a inspiração é um tesouro que preciso de alimentar todos os dias da minha vida, e que não cai do céu como por magia. Alguns, perguntam-me: como fazes para manter-te sempre assim? Digo-vos que para mim não basta fechar os olhos e respirar profundamente; não chega estar no ambiente mais confortável, nem é suficiente ter tudo o que preciso. Antes pelo contrário, para mim nada poderá providenciar a minha inspiração se não estou receptiva e disposta a alcançar aquele ar puro que tanto gosto, nem que isso signifique muitas vezes ter que escalar até o cimo daquela montanha alta e atravessar obstáculos impensáveis. O que pretendo dizer com isto é que qualquer um de nós é capaz de inspirar a sua vida e também inspirar a vida dos outros, sempre que mantenhamos a atitude certa. Porque acredito que para manter-nos assim (inspirados, valha-me a redundância) basta, simplesmente, ser tudo aquilo que queremos ser, sem medo ao que dirão... e acima de tudo partilhar e aprender com os outros essa maravilhosa experiência de sermos o que nós queremos ser.    


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

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Trabalho & Alimentação


Os funcionários submetidos a turnos nocturnos e turnos rotativos são, geralmente, obrigados a comer em "lanchonetes" e poucas vezes têm oportunidade de se alimentarem com uma dieta saudável e equilibrada. Esta situação a médio ou longo prazo se converte em um aumento de peso que pode causar obesidade ou diabetes tipo 2. Estas são algumas conclusões de um recente artigo publicado em PLoS Medicine, onde se constata que as pessoas cujos empregos têm horários irregulares aumentavam o risco de sofrer alguma destas doenças porque estão sujeitas a dietas com “padrões alimentares muito pobres”. Estima-se que entre 15 e 20% da população activa europeia e estadunidense trabalhe sem um horário fixo.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Noites de conversas com a minha avó...


É assim como as noites com a minha avó se caracterizaram desde que ela cá chegou... conversas que por natureza são de medicina, casos da vida real, remédios naturais, optimismo e boas energias. Alguém pode vir a pensar, mas quem pode falar tanto com a sua avó? Ora, eu sou tal vez das poucas pessoas que pode dizer que fala com a sua avó de tudo e mais alguma coisa sem qualquer problema, a pesar dois seus 74 anos de idade. Já falei muitas vezes dela aqui neste meu espaço... Ela é uma mulher capaz de ouvir tudo o que tenho a dizer, sem emitir algum juízo de valor sobre mim. É alguém com quem posso falar livremente de tudo e ela é capaz de compreender e aconselhar sempre da melhor forma possível. É uma mulher que a pesar da sua idade mostra-se flexível ao que os jovens têm a dizer sobre um determinado assunto, sendo inclusive capaz de adaptar-se a novas ideias e perspectivas sempre que bem justificadas. É uma mulher emotiva e ao mesmo tempo racional... que gosta de sentir o afecto dos outros, mas para isso acontecer ela própria dá muito amor e carinho a todos. É uma mulher que sabe como puxar nas minhas orelhas quando faz falta e me faz pensar o que realmente quero nesta vida. "Cada um de nós decide como quer sentir-se e o tipo de pensamentos que quer ter" - é isso o que ela defende e com ela é sinto-me assim livre. Livre em tudo, até o ponto de sonhar acordada e traçar um caminho diferente sem medo, nem limitações. Porque para ela sonhar é viver... porque para ela não existem limites para além da nossa existência. O que é bom acaba rápido e estes três meses ao lado da minha avó serviu-me para aprender muito... vou ter imensas saudades dela, mas estou confiante que mais cedo do que eu possa imaginar voltarei a estar com ela.

Saudades das conversas... 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

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Faz tanto sentido para mim... só alguém pode entender este post!


"Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és. 
Saiba eu com que te ocupas e saberei também no que te poderás tornar". 

Johann Goethe

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Novo desafio...



Todos sabemos a importância de saber línguas hoje em dia, especialmente, em sectores económicos em que há uma maior possibilidade de estar em contacto com clientes, fornecedores ou inclusive empresas no estrangeiro. Ora, numa época em que a restauração passa por um momento difícil devido ao aumento do IVA, este sector não deixa de ser uma excepção a esta nível, sendo que a salvação para muitos estabelecimentos é precisamente, o turismo. O profissional nesta área que possua conhecimentos em línguas terá, assim, uma mais valia à hora de se empregar, disso não tenho dúvidas. É neste enquadramento que me foi pedido para elaborar um programa de ensino dirigido à esta necessidade neste sector e como eu gosto de desafios, aceitei. Agora cá estou eu... pensando em comida, em gramática e em línguas (aquelas que irão provar a gastronomia portuguesa). 

De volta às aulas de espanhol...

  

Quem me conhece sabe que...


Com o tempo tenho aprendido que há pessoas que não merecem ter-nos por perto... tenho aprendido que há pessoas que por mais que nós tenhamos boas intenções com elas, não merecem a mais mínima das nossas considerações. Porque essas pessoas que nos invejam, não se importam com o nosso bem-estar e simplesmente dá-lhes igual como nós estejamos, não merecem nem um bocadinho da nossa atenção. Porque essas pessoas que exigem coisas de nós, mas sem se preocuparem com o nosso bem-estar nem felicidade, simplesmente, para mim não merecem nada de mim. A minha curtinha vida neste mundo, ensinou-me que quando alguém tão especial para nós muda até tal ponto de não se importar com nada do que nos acontece, não merecem ter-nos por perto... e é isso mesmo o que eu faço, pego nas minhas coisas caladinha, dou-me a meia volta e afasto-me até ficar longe, bem longe e mais longe. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

3 segundos para mudar de lentes...



Segundo a Gestalt, em psicologia, duas pessoas podem observar um mesmo objecto e ressaltar partes diferentes nele. Isto na sua prática nos leva a considerar que a ideia de "realidade" esta na cabeça de cada um nós e depende dos olhos com que se observa um mesmo objecto. Mas não consigo perceber como é que há pessoas que não são capazes de aceitar que as características pessoais, a experiência prévia, o estado anímico e a genética são os responsáveis desta visão idiossincrática da realidade. Porque cada um vê o que quer ver em função da sua bagagem de valores e experiências... então, como é que alguém pode dizer que estamos com um problema de distorção da realidade, se a única coisa que está acontecer é que estamos a observar para o mesmo problema com duas lentes diferentes?!? Se calhar o melhor era mudar de lentes durante pelo menos 3 segundos para ver o que acontece?!?  

domingo, 15 de janeiro de 2012

A propósito dos pesadelos...



Os pesadelos são sonhos que acontecem quando dormimos e que muitas das vezes são capazes de provocar intensos sentimentos de medo, angustia, terror ou ansiedade. Os pesadelos que conseguimos recordar são porque acontecem durante a segunda parte da noite, durante o sono REM, que é um ciclo de sono prolongado   à medida que a noite vai passando, por isso, recordamos mais o que sonhamos durante a madrugada. 

Muitos pesadelos são comuns durante a infância, sendo ocasionais na idade adulta. As causas mais frequentes podem ser o stress e a ansiedade continuada, que fazem com que acumulemos todas essas tensões no nosso corpo e que o cérebro tem que libertar de alguma maneira durante o sono. Outros factores que facilitam o aparecimento dos pesadelos são: acontecimentos traumáticos, desgostos ou perdas de um ser querido; efeitos secundários de alguns medicamentos; ter febre; sofrer de apneia do sono; comer antes de ir para a cama; o consumo de substâncias psicoactivas e/ou álcool.

Os pesadelos são, na minha perspectiva, uma forma de tornar os nossos sentimentos e emoções mais conscientes. Por isso, considero que ter um pesadelo é uma forma de perceber que há algo que precisamos de trabalhar dentro de nós, tal vez, pensamentos que nos afligem. Eu aconselho a todos que apresentem este tipo de problema que intentem pôr em prática algumas técnicas de relaxamento ou meditação antes de ir para a cama e, além disso, que comecem por praticar uma boa higiene do sono. Por outras palavras, deitar-se sempre possa à mesma hora, jantar ligeiro e deixar um mínimo de horas antes de dormir, seguir uma rotina que induza o sono, como tomar um bom banho, ler alguma coisa, ouvir música relaxante pouco antes de dormir, etc. Claro esta todos nós somos diferentes e há técnicas que podem funcionar e outras não. Basta com ir experimentando e ver que estratégia nos é melhor!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

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Cada dia sem ti é um momento da nossa vida que me permite ver que...





Agradeço...

Já é por costume ir para Zaragoza e, quando lá vou, gosto de oferecer algo à patroa daquela linda cidade, à Nossa Senhora do Pilar. Esta é uma das coisas que sempre gosto de oferecer com fé, esperança e gratidão por todas as coisas boas que considero me têm acontecido nesta vida... porque eu acredito que as nossas escolhas são fundamentais para determinar o que nos acontece nesta vida, mas também acredito que existe uma força que nos guia de alguma forma, chamemos-la força divina ou seja como for... 
Acredito nisto, acredito... porque por experiência própria já comprovei que existem coisas na nossa vida que nos acontecem sem nós podermos ter qualquer poder sobre elas.

Agradeço hoje e sempre a esta força divina por tudo quanto me guia a cada dia!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Uma constatação do dia...

Se tivesse a oportunidade de escolher por segunda ou terceira vez, escolheria tal vez da mesma forma... Porque por vezes há ruas paralelas que temos que percorrer antes de chegar à avenida principal. Encruzilhadas em que temos que decidir... na minha mais sensata opinião é assim quando as grandes coisas podem ser feitas nesta vida. Eu acredito e confio firmemente nas minhas intuições, aquela sensação de crer saber qual será o início e fim de algo.. Por isso não me arrependo das minhas escolhas, aquelas que foram tomadas atendendo a este sexto sentido. Para bem ou para mal com cada uma elas fui capaz de ser livre de traçar ou até mudar o rumo da minha vida a qualquer altura. Aprendi o que tinha para aprender como pessoa, como profissional, como filha, como mulher, etc. e evolui, disso não tenho dúvida...