terça-feira, 10 de abril de 2012

Dos que se queixam por tudo e por nada...


A serio que eu por vezes gostava de compreender algumas pessoas... hoje enquanto esperava na sala de formadores (aquele espaço reservado para ir buscar chaves, capas e resto de material necessário para a sessão) ouvi sem querer uma conversa entre formadora e funcionário público que deixou-me claramente a pensar que há pessoas inconformistas com seja o que for... podem ter muito, ou podem ter pouco... todos queixem-se a torto e direito, inclusive quando têm um bom emprego e ganham razoavelmente bem. Vivemos hoje em dia sob uma ideologia errada do emprego, pois o trabalho que este gera é para ir-se fazendo e nunca para acabar com ele (por isso, estamos vivendo em sistemas cheios de burocracias). A pessoa que faz uma determinada função, muitas vezes, sobrevaloriza o seu trabalho até o ponto de esquecer que dele também poderá depender o trabalho dos outros. A eficácia nos postos de trabalho é reduzida e respira-se a concepção de que trabalhar com esforço / dedicação é de estúpidos (o trabalho deve ser sempre o mínimo). No entanto, esta maneira de pensar esta, claramente, chegando ao seu fim porque o mercado de trabalho actual é competitivo. De tal maneira que se os que têm um bom emprego começam a queixar-se, não duvidem que outro individuo (que realmente tenha motivação, espírito de eficácia, pro-actividade, etc.) virá a ocupar o vosso lugar. Ninguém é indispensável para ninguém, e muito menos para uma instituição ou empresa... Por isso, o meu mais sincero conselho para todos os que têm um emprego que vos dá alguma estabilidade é que o apreciem e cuidem como se da vossa própria vida se tratasse. Se não querem trabalhar, então ao menos deixem aos outros fazerem o seu, e se não querem nada, então vão para casa ver televisão, com certeza alguém vai ocupar lindamente o vosso posto. 

Ao som disto:

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